Tela de Ibáñez
Ando por caminhos que não sei
busco pelas coisas que não são
choro por aquilo que não existe
vivo pela fé no que virá ou não
Luto contra o que me abala
engulo o choro que me corta a fala
enfrento o meu medo de perder
sorrio apesar de sofrer
Traço o meu próprio rumo
faço de minha fé meu prumo
desprezo os conselhos fáceis
discordo das verdades táteis
Não precisa tentar me entender
não pergunte, não vou responder
não fale nada e se puder, me ame
se não puder... Se dane!
05/05/2005
Ariadna Garibaldi
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