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Em pura liberdade

9 de julho de 2008


Sucumbe a minha alma em cativeiro
padece de uma dor que não maltrata
ri-se da morte que me não mata
é livre para amar-te por inteiro

cativa a esse amor que a arrebata
incólume porém enamorada
sem luta ou resistência se entrega
ao sentimento ardente que não nega

o dom que aprisiona e liberta
num ato de lirismo quase insano
confunde o que é santo e é profano
beatifica o amor alma poeta

mistura realidade e fantasia
acinte de paixão imerecida
nos átrios submersos da razão
na estrofe ritmada da poesia

09/07/2008

Ariadna Garibaldi

Ilustração: Tela de
Vidan

1 comentários:

Géh disse...

Oba! Ó a Ária aqui também! Já está nos favorites, beijão e seja bem-vinda ao vício dos blogs!

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