sopro de vida
que me invade
brisa matutina
que me abre
fagulha de luz
que me ilumina
Quero-te
amado ou amante
verbo revelado
ou luz errante
na filosofia
delirante
ou na sutileza
da poesia
Quero-te
meu homem
meu menino
pelos teus caminhos
meu destino
algo diabólico
ou divino
13/09/2006
Ariadna Garibaldi
Tela de Orly Maiberg





4 comentários:
ADA!
A menina cresce, o estilo ´ganha altura!
Gostei, e que belo amor [revelado de há muito] é esse, e que belo poema!
beijos da El
Obrigada, El! És uma das pessoas que acompanham a minha evolução poética, se é que se pode dizer assim, por isso, é sempre muito bom saber que gostas.
Beijos mil!
Ariadna, um tão belo querer, sem amarras, sem limites, sem freios... um tãolindo amar.
Parabéns...
Beijo
Obrigada, poeta! Fico feliz que gostou e feliz que tenha comentado!
Beijos
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