30 de julho de 2009

De qualquer maneira

Quero-te
sopro de vida
que me invade
brisa matutinaOrly-Maiberg
que me abre
fagulha de luz
que me ilumina

Quero-te
amado ou amante
verbo revelado
ou luz errante
na filosofia
 
delirante                                                     
ou na sutileza
da poesia

Quero-te
meu homem
meu menino
pelos teus caminhos
meu destino
algo diabólico
ou divino 


13/09/2006 

Ariadna Garibaldi

Tela de Orly Maiberg

4 comentários:

  1. ADA!

    A menina cresce, o estilo ´ganha altura!

    Gostei, e que belo amor [revelado de há muito] é esse, e que belo poema!

    beijos da El

    ResponderExcluir
  2. Obrigada, El! És uma das pessoas que acompanham a minha evolução poética, se é que se pode dizer assim, por isso, é sempre muito bom saber que gostas.

    Beijos mil!

    ResponderExcluir
  3. Ariadna, um tão belo querer, sem amarras, sem limites, sem freios... um tãolindo amar.
    Parabéns...

    Beijo

    ResponderExcluir
  4. Obrigada, poeta! Fico feliz que gostou e feliz que tenha comentado!

    Beijos

    ResponderExcluir

Aparência

Tela de Román de Blas Aparência O sorriso - algumas vezes - é apenas o disfarce das lágrimas que não chegam até a ...