Tela de Joseph Lorusso
Poderia em vão negar-te que te amo
esconder-me entre frases dissonantes
tais palavras soariam falsamente
e saberias que te amo como antes
Poderia em vão dizer que não te quero
fazer doce ou ficar emudecida,
saberias que não passo de fingida
e te quero mais que tudo nessa vida!
Então, para quê perder meu tempo,
se mentindo não me engano e nem te engano?
eu confesso que te quero loucamente,
eu confesso que confesso que te amo!
01/02/2005
Ariadna Garibaldi





10 comentários:
É um ótimo poema, Ada e a ilustração foi muito bem escolhida.
Beijos
Muito obrigada, Fred! É bom ler isso vindo de você, poeta, de quem sou fá de carteirinha. Beijos
Uau!
É assim que se deve amar!
Um beijo,
doce de lira
Uma confissão muito bem escrita e com rimas para ouvido nenhum se queixar...é...o amor [quase sempre] ajuda, ahn?
beijão
El
Tens toda razão, El! Acredito que a leitura da boa poesia ajuda muito também!
Fico radiante pelo teu comentário, especialmente por saber que sempre dizes o que pensas.
Beijos agradecidos
Ada
Olá, Ariadna!
Passei momentos muito agradáveis lendo seus escritos, especialmente refletindo sobre essa sua confissão. Impossível burlar os sentidos... O amor se escreve neles. Podemos maquiar o rosto. Não os sentimentos...
Muito lindos seus poemas. Bjs e inté!
Olá Ju!
Que delicadeza a sua em vir. Obrigada por comentar, fico muito feliz, especialmente por você ter gostado! Bem vinda sempre!
Beijos
Oi Renata!
Obrigada pelo comentário. Estive em seu blog e gostei muito também!
Beijos
Olá Ariadna,
Ahhh que bom ler seus poemas e suas poesias novamente, estava com saudades dessas maravilhas.
Esse poema então, é maravilhoso!!!!!
Adoreiiii
Beijos Luana
Oi Luana!!!
Você não sabe quanto me alegra ver você aqui a ler meus poemas! Este, eu confesso que é um dos que mais amo, risos! As palavras estão carregadas de verdades.
Estou feliz com teu comentário
Obrigada pelo carinho e amizade!
Beijos mil
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