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Duo

24 de setembro de 2009

JTGC8-Take-Me-HomeZ

Quando me faltam palavras
e pareço vazia por dentro
tudo muda num momento
basta que eu pense em ti

És doce amor que me toma
afeto suave e sereno
és paixão que me arrebata
veneno que me não mata

És fonte onde nasço água
o fio da esperança
deserto que me resseca
insensatez de criança

És o meu fim ou início
meu céu de paz e alegria
meu inferno e meu suplício
a perdição dos meus dias

06/05/2006

Ariadna Garibaldi

 

 

 

Tela de Janet Treby

Pudesse eu saber!

13 de setembro de 2009

 

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Tela de Mark Spain

 

 

Quem dera eu pudesse ouvir 
o que não ousas dizer
o que tu calas no peito
o que me privas de ver

quem dera eu pudesse ler
pensamentos que são teus
o que tua alma deseja
o que teu corpo quer ter

se gritas no teu silêncio
ou se murmuras ao vento
os teus segredos são trancas
junto a teus medos vazios

pudesse eu compreender
tudo aquilo que te afeta
o que te move ou detém
o que te inibe ou desperta

as poucas linhas do tempo
que brotam na tua face
são ecos da tua história
que a mim jamais revelaste

ah, pudesse eu ouvir
o que não ousas dizer...

08/09/2009

Ariadna Garibaldi

 

Vontade

11 de setembro de 2009

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Tela de Roman De Blas

 

 

Arde em febre e aperta o peito 
que de amor desmaia e se refaz
a um simples gesto de amizade

cobre a carne em manto de desejo
invade-me a vontade do teu beijo
e sonho embriagada de saudade

ai amor que acena em despedida
e que não se abate na partida
pois espera a próxima estação

onde o trem da vida te encontre
e em desacordo às previsões
caias em meus braços e me ames

ah meu doce amigo e amante
quem me dera ver-te como antes
quem me dera ser teu grande amor

17/03/2007

Ariadna Garibaldi

_Amor sem fim_

4 de setembro de 2009

 

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Tela de PINO 

 

 

Quando o sorriso do meu rosto esmaecer
o som das letras não cantar aos meus ouvidos
e a canção perder a cor e o sentido
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

Quando o meu grito for silêncio e solidão
a minha pele já sem viço enrugar
e nos meus olhos não restar nem um só brilho
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

E se nas noites sem razão e sem luar
de manto negro as estrelas se cobrirem
ou se o sol em pleno dia se esconder
trazendo escuridão e desabrigo

ainda assim o teu amor me guiará
e te amarei: é para sempre, doce amigo...

07/01/2007

Ariadna Garibaldi