Tela de PINO
Quando o sorriso do meu rosto esmaecer
o som das letras não cantar aos meus ouvidos
e a canção perder a cor e o sentido
eu ainda te amarei, meu doce amigo...
Quando o meu grito for silêncio e solidão
a minha pele já sem viço enrugar
e nos meus olhos não restar nem um só brilho
eu ainda te amarei, meu doce amigo...
E se nas noites sem razão e sem luar
de manto negro as estrelas se cobrirem
ou se o sol em pleno dia se esconder
trazendo escuridão e desabrigo
ainda assim o teu amor me guiará
e te amarei: é para sempre, doce amigo...
07/01/2007
Ariadna Garibaldi





8 comentários:
Quanta ternura, Ada...
O amor deve ser exatamente assim:
leve, doce e para sempre...
Um beijo!
Oi Renata!
Pois é, amiga, não consigo conceber o amor de outra forma, não conheço outra forma de amar...
Bom te receber aqui!
Beijos mil
Ariadna
É ótimo este soneto inglês, Ada.
Bom fim de semana e feriado.
Beijos
Olá Fred!
Ótimo é ter você aqui, poeta, uma honra e uma alegria!
Beijos mil e um feriadão inspirador pra você!
Ada
Isso é amor. Isso.
Bjo!
Oi Talita!!
É amor sim e é bem grande, com certeza!
Beijos muitos!
Quem não deseja um amor assim?
Bjs, Ariadna!
PS: Perdoe a demora. Estou muito gripada e num desânimo avassalador...
Oi Ju!!!
Que bom que você veio! Calma, a gripe cumpre seu ciclo e vai embora, com certeza, se cuida, viu? Quanto ao comentário: "quem não deseja um amor assim?" Todos nós desejamos, a questão é reconhecer este amor quando ele chega... rss
Beijão e saúde!
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