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_Amor sem fim_

4 de setembro de 2009

 

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Tela de PINO 

 

 

Quando o sorriso do meu rosto esmaecer
o som das letras não cantar aos meus ouvidos
e a canção perder a cor e o sentido
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

Quando o meu grito for silêncio e solidão
a minha pele já sem viço enrugar
e nos meus olhos não restar nem um só brilho
eu ainda te amarei, meu doce amigo...

E se nas noites sem razão e sem luar
de manto negro as estrelas se cobrirem
ou se o sol em pleno dia se esconder
trazendo escuridão e desabrigo

ainda assim o teu amor me guiará
e te amarei: é para sempre, doce amigo...

07/01/2007

Ariadna Garibaldi

 

8 comentários:

Renata de Aragão Lopes disse...

Quanta ternura, Ada...

O amor deve ser exatamente assim:
leve, doce e para sempre...

Um beijo!

Ariadna Garibaldi disse...

Oi Renata!

Pois é, amiga, não consigo conceber o amor de outra forma, não conheço outra forma de amar...

Bom te receber aqui!

Beijos mil

Ariadna

Fred Matos disse...

É ótimo este soneto inglês, Ada.
Bom fim de semana e feriado.
Beijos

Ariadna Garibaldi disse...

Olá Fred!

Ótimo é ter você aqui, poeta, uma honra e uma alegria!

Beijos mil e um feriadão inspirador pra você!

Ada

Talita Prates disse...

Isso é amor. Isso.

Bjo!

Ariadna Garibaldi disse...

Oi Talita!!

É amor sim e é bem grande, com certeza!

Beijos muitos!

ju rigoni disse...

Quem não deseja um amor assim?

Bjs, Ariadna!

PS: Perdoe a demora. Estou muito gripada e num desânimo avassalador...

Ariadna Garibaldi disse...

Oi Ju!!!

Que bom que você veio! Calma, a gripe cumpre seu ciclo e vai embora, com certeza, se cuida, viu? Quanto ao comentário: "quem não deseja um amor assim?" Todos nós desejamos, a questão é reconhecer este amor quando ele chega... rss

Beijão e saúde!

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