Tela de Roman De Blas
Arde em febre e aperta o peito
que de amor desmaia e se refaz
a um simples gesto de amizade
cobre a carne em manto de desejo
invade-me a vontade do teu beijo
e sonho embriagada de saudade
ai amor que acena em despedida
e que não se abate na partida
pois espera a próxima estação
onde o trem da vida te encontre
e em desacordo às previsões
caias em meus braços e me ames
ah meu doce amigo e amante
quem me dera ver-te como antes
quem me dera ser teu grande amor
17/03/2007
Ariadna Garibaldi





8 comentários:
Lindo o teu blog,muito feminino.
Os poemas são tão sinceros, vem de dentro, são claros e com um estilo próprio.
Gostei daqui e vou ficar.
O chá é de melissa, tomara que goste.
Um abraço linda
Gemária Sampaio
Olá!
Quanta gentileza, vir me visitar e ainda trazer um chá de melissa! Adorei! Melhor que o chá, só as suas palavras que me deixaram muito feliz! Seja bem vinda, retribuirei a visita em seguida!
Beijos mil
Ariadna
Uia! A esperança é o vagão mais concorrido neste trem que é a vida... Apesar de lotado, se o separarmos dos demais, há sempre o risco de descarrilhamento...
Bjs, querida. Inté!
Oi Ju! É verdade! Eu, já sabendo disso, comprei cadeira cativa neste vagão e não desisto de viajar nele nunca!!
Beijos muitos, ótimo sábado pra você!
o poema pede, fala, abre a alma e explica o desejo
o sentimento...é da poeta [antigo e belo!]
beijo, Ada
El
Oi El!
Sim, é exatamente isso! Obrigada por suas palavras!
Beijos mil
Poema e tela
tão românticos...
Ai, ai! : )
Beijo,
doce de lira
Olá Renata! Pois é, sou mesmo romântica, não posso negar e nessa fase aí, estava ainda mais! rs
Beijinhos, bom demais te ver aqui!
Ariadna
Postar um comentário