11 de setembro de 2009

Vontade

cuadros-016

Tela de Roman De Blas

 

 

Arde em febre e aperta o peito 
que de amor desmaia e se refaz
a um simples gesto de amizade

cobre a carne em manto de desejo
invade-me a vontade do teu beijo
e sonho embriagada de saudade

ai amor que acena em despedida
e que não se abate na partida
pois espera a próxima estação

onde o trem da vida te encontre
e em desacordo às previsões
caias em meus braços e me ames

ah meu doce amigo e amante
quem me dera ver-te como antes
quem me dera ser teu grande amor

17/03/2007

Ariadna Garibaldi

8 comentários:

  1. Lindo o teu blog,muito feminino.
    Os poemas são tão sinceros, vem de dentro, são claros e com um estilo próprio.
    Gostei daqui e vou ficar.
    O chá é de melissa, tomara que goste.
    Um abraço linda
    Gemária Sampaio

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  2. Olá!

    Quanta gentileza, vir me visitar e ainda trazer um chá de melissa! Adorei! Melhor que o chá, só as suas palavras que me deixaram muito feliz! Seja bem vinda, retribuirei a visita em seguida!

    Beijos mil

    Ariadna

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  3. Uia! A esperança é o vagão mais concorrido neste trem que é a vida... Apesar de lotado, se o separarmos dos demais, há sempre o risco de descarrilhamento...

    Bjs, querida. Inté!

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  4. Oi Ju! É verdade! Eu, já sabendo disso, comprei cadeira cativa neste vagão e não desisto de viajar nele nunca!!

    Beijos muitos, ótimo sábado pra você!

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  5. o poema pede, fala, abre a alma e explica o desejo
    o sentimento...é da poeta [antigo e belo!]

    beijo, Ada

    El

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  6. Oi El!

    Sim, é exatamente isso! Obrigada por suas palavras!

    Beijos mil

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  7. Poema e tela
    tão românticos...
    Ai, ai! : )

    Beijo,
    doce de lira

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  8. Olá Renata! Pois é, sou mesmo romântica, não posso negar e nessa fase aí, estava ainda mais! rs

    Beijinhos, bom demais te ver aqui!

    Ariadna

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