2 de maio de 2010

Assim, quem sabe?

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Tela de Mark Spain

Escrevo na rocha
palavras inteligíveis
ruídos inexprimíveis
que fluem do coração

e como hieróglifos
que cravo, bato e grifo
afirmo, verbero, grito
que eu não te quero mais

quem sabe assim acredito?

02/05/2010

Ariadna Garibaldi

3 comentários:

  1. Tenho feito isto todos os dias a um certo tempo, mas a palavra bate e volta com força sobre mim.
    Beijos.

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  2. Oi Eva!!!

    O que dizer? Há sentimentos que vão muito além das palavras, pois dominam a nossa razão de tal modo que a submetem.

    Gosto de saber que a minha poesia toca corações, que pessoas se identificam com ela, e por tabela se identificam comigo já eue meus poemas vêm da minha alma.

    Beijos, bom te ver por aqui!

    Ariadna

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  3. MARAVILHOSO!

    Sonoro, ritmado.
    Bem do jeito que gosto!

    Beijo doce de lira!

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